quarta-feira, 4 de julho de 2018

Imagem de Leitura


                                    Imagem : José Rosero - Ilustrações Lietrárias

Relato Pessoal



EE Profª Margarida Maia de Almeida Vieira

RELATO PESSOAL (TEXTO E ATIVIDADE INTERPRETATIVA -  6° ANOS

COMO COMECEI A ESCREVER  

Carlos Drummond de Andrade

           Aí por volta de 1910 não havia rádio nem televisão, e o cinema chegava ao interior do Brasil uma vez por semana aos domingos. As notícias do mundo vinham pelo jornal, três dias depois de publicadas no Rio de Janeiro. Se chovia a potes, a mala do correio aparecia ensopada, uns sete dias mais tarde. Não dava para ler o papel transformado em mingau.
          Papai era assinante da Gazeta de Notícias, e antes de aprender a ler eu me sentia fascinado pelas gravuras coloridas do suplemento de Domingo. Tentava decifrar o mistério das letras em redor das figuras, e mamãe me ajudava nisso. Quando fui para a escola pública, já tinha a noção vaga de um universo de palavras que era preciso conquistar.
          Durante o curso, minhas professoras costumavam passar exercícios de redação. Cada um de nós tinha de escrever uma carta, narrar um passeio, coisas assim. Criei gosto por esse dever, que me permitia aplicar para determinado fim o conhecimento que ia adquirindo do poder de expressão contido nos sinais reunidos em palavras.
          Daí por diante as experiências foram se acumulando, sem que eu percebesse que estava descobrindo a leitura. Alguns elogios da professora me animavam a continuar. Ninguém falava em conto ou poesia, mas a semente dessas coisas estava germinando. Meu irmão, estudante na Capital, mandava-me revistas e livros, e me habituei a viver entre eles. Depois, já rapaz, tive sorte de conhecer outros rapazes que também gostavam de ler e escrever.
         Então começou uma fase muito boa de troca de experiências e impressões. Na mesa do café-sentado (pois tomava-se café sentado nos bares, e podia-se conversar horas e horas sem incomodar nem ser incomodado) eu tirava do bolso o que escrevera durante o dia, e meus colegas criticavam. Eles também sacavam seus escritos, e eu tomava parte nos comentários. Tudo com naturalidade e franqueza. Aprendi muito com os amigos, e tenho pena dos jovens de hoje que não desfrutam desse tipo de amizade crítica.

ATIVIDADE

1ª) Qual o objetivo do relato pessoal?


2ª) Como Carlos Drummond descreve o lugar onde vivia em 1910?


3ª) O que significa a expressão “chovia a potes”?


4ª) Como as notícias chegavam à população?


5ª) O que para o autor era o suplemento de domingo? Justifique sua resposta.


6ª)  Localize um trecho em que revela que o autor ainda não sabia ler.


7ª) Por que Carlos tinha um pouco de conhecimento da leitura quando foi para a escola?


8ª) Que atividades na escola contribuíram para o sucesso da personagem na leitura?


9ª) O que motivou Carlos Drummond a continuar ler e escrever?


10ª) Por que para o autor, conhecer outros rapazes que gostavam de ler e escrever foi sorte para ele?


11ª) Qual foi a consequência da amizade com os rapazes que conheceu?


12ª) Carlos disse que tem pena dos jovens de hoje que não desfrutam desse tipo de amizade crítica, o que ele quis dizer com isso?

sábado, 30 de junho de 2018

Estudo textual



EMEF Prof Fernando Pantaleão

               Língua Portuguesa – Estudo textual  – 2 º Bimestre / 2018    - 8º Ano
Aluno : .....................................................................................Nº : ............Turma: .......
____________________________________________
                            
LEIA O TEXTO ABAIXO E RESPONDA AS PRÓXIMAS QUESTÕES:

O HOMEM DE FOGO

            Apolo é um rei dos humanos. Rei sábio que sempre procurou governar seu país com os ensinamentos de Atena. Ele tem um irmão que conseguiu o poder da invisibilidade com a semideusa Minerva, prometendo-a que usaria seu poder com o intuito de fazer somente o bem, investigando os maiores segredos dos reis e rainhas da terra, evitando assim que pessoas fossem mortas nas guerras, mas não cumpriu com sua palavra, usava seu poder para a prática do mal.
Apolo não se conformava em ver seu irmão com um poder concedido pelos deuses, e ele, sendo rei, não possuía nenhuma habilidade. Foi quando decidiu ir ao encontro de Minerva, para implorar o poder do fogo. Não demorou muito em encontrá-la próximo ao labirinto de Minotauro e logo foi falando:
            __Eu quero ter o poder de fogo! Quero ficar em chamas para que o meu domínio seja ampliado.
            __Eu posso até lhe dar o poder, mas quero algo em troca. Respondeu a Minerva.
            __O quê?
            __ A cabeça de seu irmão.
            __ Mas por que você quer matá-lo? Indagou o rei Apolo.
            __ Porque dei a ele o poder da invisibilidade, para ele fazer o bem, mas usa seu poder somente para realizar o mal e está causando o desequilíbrio na terra. Procuro matá-lo há muito tempo. Dar-te-ei o poder, mas antes o traga aqui morto. 
            __ Mas quem mata um membro da família real vai para a forca e não posso fazer isso com o meu próprio irmão! Argumentou Apolo.
            __ Eu tenho um veneno, basta colocar uma gota em sua bebida e logo ele morrerá, você sabe que ele precisa morrer, pois suas atitudes são perversas.
            Então ele foi para o castelo muito triste e pensativo. Seu irmão sabia de tudo, pois havia permanecido ali invisivelmente, ouvindo toda conversa. Apolo não sabia disso e ao sentar no trono, logo apareceu seu irmão que logo foi perguntando:
__ O que você tem em mãos Apolo?
            __ Nada, apenas um vidro contendo um remédio preparado por Asclépio. Estou muito cansado e preciso de sossego.
            Os servos logo apareceram e convidaram o rei para o jantar. Apolo convidou seu irmão, mas como já sabia de tudo, foi logo falando:
            __Calma, o poder não é tudo na vida, você precisa também de sabedoria. Eu vou me fingir de morto para você conseguir o que queres.
            Apolo ficou assustado, jamais imaginaria que seu irmão soubesse do plano que permanecia em segredo, mas aceitou prontamente.
            No outro dia, a vila toda estava sabendo que o irmão do rei havia morrido, o plano tinha sido colocado em prática, faltava só levar o irmão perante Minerva, como morto, sobre uma carruagem. Apolo foi.
__Você conseguiu o que tanto queria, meu irmão agora está morto, conceda-me o meu desejo! Pediu Apolo.
Minerva aproximou-se do irmão de Apolo (que se fingia de morto) e ela acreditou que ele realmente havia morrido.
            __Calma, coloque a mão para cima que eu vou te conceder o poder. Disse Minerva.
            Quando ela jogou o poder, ordenou que ele estralasse os dedos e dele saiu uma faísca de fogo. O irmão de Apolo se levantou de uma vez e jogou uma lança com o sangue da veia direita de Medusa, bem no peito da Minerva e ela morreu instantaneamente.   
            Satisfeitos, os irmãos retornam para o castelo. Apolo tem o poder de chamas de fogo e seu irmão ainda com o poder da invisibilidade formam uma dupla poderosa para combater os inimigos do reino e ajudar as pessoas de seu país.

Da Cruz, Gabriel Furtado. 8º ano. Abril de 2018. Escola João Moreira Barroso. São Gonçalo do Amarante. Texto adaptado pelo Professor Francisco Maurício Araújo

1ª) O gênero do texto é

a) crônica, pois aborda fatos do cotidiano.       
b) memória, pois traz uma experiência de vida.
c) conto, pois é um texto ficcional com personagens reais.
d) mito, pois além de um enredo ficcional, apresenta personagens sobrenaturais.

2ª) A finalidade do texto é

a) entreter o leitor com um enredo místico e personagens fantasiosos.
b) criticar a sociedade de forma geral.
c) apresentar um ensinamento através de uma moral.
d) noticiar um fato ocorrido no passado.


3ª) Segundo o texto,

a) Minerva era uma semideusa muito má.
b) o sangue de Medusa foi responsável pela morte de Minerva.
c) o irmão de Apolo cumpriu a promessa que fez a Minerva.
d) Apolo matou Minerva para conseguir seu desejo.

4ª)  Toda a história  gira em torno de

a) um desejo.              b) uma vingança.       c) uma emoção.              d) uma promessa.

5ª) Há uma opinião em
a) “... apenas um vidro contendo um remédio preparado por Asclépio.”.
b) “... pois suas atitudes são perversas.”.
c) “Você conseguiu o que tanto queria...”
d) “Procuro matá-lo há muito tempo.”

6ª) No trecho: “Mas por que você quer matá-lo?”, o termo destacado “lo” se refere
a) a Apolo.                  b) a Minerva.               c) ao irmão de Apolo.               d) ao veneno.

7ª) O texto

a) faz uso do discurso direto nas falas das personagens.
b) foi escrito em versos, usando o discurso direto nas falas das personagens.
c) utiliza os discursos indiretos nas falas das personagens.
d) não utiliza nem o discurso direto e nem o discurso indireto.

8ª) Apolo não se conformava em não possuir nenhuma habilidade, porque

a) ele era mais forte e poderoso que seu irmão.    
b) ele era amigo dos deuses e semideuses.
c) ele era um rei.                                                             
d) Minerva era sua conselheira.,


9ª) O que motivou Minerva desejar a morte do irmão de Apolo?
a) Porque ele causou o grande desequilíbrio no universo.
b) Porque ele não cumpriu com o que prometeu a Apolo.
c) Porque ele investigava as ações dos reis inimigos, mas não revelava a Apolo.
d) Porque ele não cumpriu com a promessa feita ao receber o poder.

10ª) No fragmento: “Seu irmão sabia de tudo, pois havia permanecido ali , invisivelmente...”, as palavras grifadas estabelecem, respectivamente, ideia de
a) lugar e modo.    b) intensidade e modo.      c) modo e lugar.       d) lugar e intensidade.

11ª) A palavra “e” no trecho “... e ela acreditou que ele realmente havia morrido...” introduz

a) uma explicação.         b) uma adição.        c) uma consequência.       d) uma causa.

12ª) O conflito da história começa quando

a) Minerva deseja a morte do irmão de Apolo.
b) Apolo vai ao encontro de Minerva em busca do poder.
c) o irmão de Apolo mata Minerva.
d) Apolo recebe o poder do fogo através de Minerva.

13ª) No trecho: “... para que o meu domínio seja ampliado.”, a palavra em destaque poderia ser substituída, sem alterar seu sentido na frase, por

a) minimizado.                b) forte.                  c) único.                        d) expandido.

14ª) No final, percebe-se que

a) As personagens principais enfrentaram os castigos dos deuses.
b) O reino ficou sob a proteção dos irmãos.
c) Apolo prometeu combater os inimigos do irmão.
d) A satisfação do reino foi grande com a chegada dos irmãos.

Fonte: tudosaladeaula.blogspot.com/2018/04/prova-atividade-de-interpretacao-de.htm

Iluminação



              Imagem: https://www.google.com.br/search?q=imagem+de+leitura&oq=imagem+de+leitura

sábado, 23 de junho de 2018

Aprender sempre

Imagem: https://www.google.com.br/searchq=Uma+das+coisas+mais+maravilhosas+da+vida+é+que+o+aprendizado

Gênero Textual Causo


                                         EMEF Prof Fernando Pantaleão 
Língua Portuguesa - Interpretação de texto Gênero Causo - 6º Ano - 2º Bimestre /2018

 Num rancho às margens do Rio Pardo (crenças populares)


Era um matuto dos bons e vivia num rancho às margens do Rio Pardo, perto de Cajuru. Seu Ico era o apelido dele. Acreditava em tudo que via e ouvia. E tinha opiniões muito firmes sobre coisas misteriosas. Adorava contar casos de assombração e outros bichos:
— Fui numa caçada de veado no primeiro dia da quaresma! Ai, ai, ai! Num pode caçá na quaresma, mas eu num sabia. Aí apareceu a assombração! Arma penada do otro mundo. E os cachorro disparô. Foro tudo pro corgo pra modi fugi da bicha... Veado que é bão nem nu pensamento, pruque eis tamém pressintiru a penuria passanu ali pertu!
— Mas era assombração mesmo, seu Ico?
— Pois u que havera di sê? Esse mundo é surtido!
Pois no mundo sortido do seu Ico também tinha saci!
— Quando é que o senhor viu saci, seu Ico?
— Ara! Vi a famia toda, num foi um saci só... Tinha o saci, a sacia gravi (ele queria dizer grávida), e os sacizim em riba da mãe, tudo pulano numa perna...
— E o que eles fizeram ou disseram pro senhor?
— Nada... O saci cachaço inda ofereceu brasa pro meu paiero (tradução: o saci-pai acendeu o cigarro de palha dele). Gardicido!, eu disse... e entrei pa dentro modi num vê mais as tranquera...
E mula sem cabeça? Ah, seu Ico garante que existe:
— Essa eu nunca vi, mas ouvi o rinchado dela umas par de veis... E otro que eu tamém vi foi o tar de lobisome! Ê bicho fei! Mai num feis nada... desvirô num cachorro preto e sumiu presse mundão de meu Deus. Agora, em dia de pescaria, aparece muito é caboco-d'água. Um caboquim pretim e jeitado que mora dentro do rio... Ah, e tem que vê tamém o caapora. Grandão qui nem ele só, com um corpo peludo. Bichu fei! E o curupira! Vichi Maria, é fei dimais, tem pé virado pa trais...
— E com tudo isso o senhor ainda se arrisca a ir pro meio do mato, seu Ico?
— Pois vô sem medo! Qué sabê? - Dá uma gargalhada rouca e faz um ar maroto. - Qual! Tenho muito, mais muito mais medo é de gente vivo!

EQUIPE Xico da Kafua, 24 novo 2007. Disponível em: <http://www.xicodakafua.com.br causos_detalhe.php?cod=9>. Acesso em: 8 jan. 2015.


EXERCÍCIOS DE INTERPRETAÇÃO DO TEXTO

1. Complete a alternativa a seguir com as informações corretas sobre o texto.

Nesse texto. um narrador fala sobre seu ________ , um homem do ________ que diz ter visto diferentes tipos de _________ . Para descrever o matuto, o narrador apresenta sua conversa com ele.


2. Releia as perguntas ou comentários que o narrador dirige a seu Ico.
— Mas era assombração mesmo, seu Ico? [...]
— Quando é que o senhor viu saci, seu Ico? [...]
— E o que eles fizeram ou disseram pro senhor?

Qual é a intenção do narrador ao fazer essas perguntas?

3. O narrador, além de mostrar ao leitor os causos de seu Ico, retrata-o como uma personagem bem interiorana. Destaque palavras, expressões ou frases que identifiquem seu Ico como tal.

4. E possível dizer que há dois narradores no texto que você leu: um que conta a história de seu Ico e outro que é o próprio Ico - personagem que também narra suas histórias ao longo do texto.

Considerando essas informações, responda: Qual dos dois narradores pode ser considerado um "contador de causos"?

5. Quais são os seres sobrenaturais citados por seu Ico?

Importante saber:
O texto "Num rancho às margens do Rio Pardo" fala sobre os seres criados pela rica imaginação popular: o saci, a mula sem cabeça, o lobisomem.
As histórias que contam fatos sobre esses seres são chamadas lendas.

6. Releia o trecho a seguir e responda às próximas questões.
— Fui numa caçada de veado no primeiro dia da quaresma! Ai, ai, ai! Num pode caçá na quaresma, mas eu num sabia. Aí apareceu a assombração!

a) Seu Ico faz referência a uma crendice popular relacionada a um fato religioso. Qual é ela?
b) As crendices populares estão presentes no cotidiano. Cite algumas que você conhece.

7. Você já viu um contador de causo pessoalmente ou pela TV? Conte para seus colegas.

8. Copie das frases a seguir as palavras cujo significado você desconheça. Primeiro, tente descobrir o sentido dos termos, observando a relação que estabelecem com outras palavras. Depois, pesquise as palavras no dicionário e anote o significado que seja mais adequado ao contexto.

a) "Era um matuto dos bons [...]"
b) "Dá uma gargalhada rouca e faz um ar maroto."



segunda-feira, 11 de junho de 2018

Verbos I



EMEF  Prof Fernando Pantaleão

Língua Portuguesa/ 7º ano/  Verbos   – Exercícios Finais – 2º Bimestre/2018

1. Destaque os verbos presentes nos seguintes versos do poema: 

“O verbo saiu com os amigos
 Pra bater um papo na esquina,
 A verba pagava as despesas,
 Porque ela era tudo o que ele tinha. “

2. Preste atenção aos verbos destacados e informe o que cada um exprime, de acordo com o código apresentado:   ( A ) ação     ( E ) estado       ( F ) fenômeno da natureza. 
a) O verbo afagou sua mágoa, e dormiu. (        ) (        ) 
b) Anoiteceu, e a verba caiu aos pés do verbo a chorar. (         ) (         ) (         ) 
c) O verbo ficou chorando até o amanhecer. (         ) 
d) A verba era fria e calada. (         )

3. Leia o poema e responda.

Eu falo                                 *  ajunto                                      Eu (escrever)
tu ouves                               * conservas                                 Tu (ler)
ele cala                                * rouba                                        Ele (apagar)                             

Eu procuro                         Eu (defender)                              (Afonso Romano Sant’ana)
tu indagas                          tu (combater)
ele esconde                        ele (entregar)

Eu planto                            eu canto
tu adubas                            tu calas
ele colhe                             ele vaia

a) Informe as pessoas e o número dos verbos do poema.
b) Qual o tempo dos verbos que nele aparecem? 
c) Qual o único verbo da 3ª conjugação utilizado no poema? 
d) Reescreva a 4ª estrofe do poema, substituindo o * pelo pronome pessoal adequado, de acordo com a forma verbal.
 
4. Indique o tempo das formas verbais destacadas: 

a) Não comerei mais chocolate, pois pretendo emagrecer.      
b) Ele já terminara o dever de casa quando o amigo o convidou para brincar.    
c) Ficaria feliz se você voltasse a estudar.    
d) Eles avisaram que chegariam atrasados.  
 e) Quando eu cheguei, ele já começara a conferência.

5.Escolha a alternativa correta para preencher as lacunas com verbos no modo indicativo: 
a. Eu sempre .................as atividades que desejo realizar.   (escolhia  - escolhi  - escolhera  - escolho) 
b. Se todos colaborarem, .................assim que o sol nascer.  ( saímos  - sairemos  - sairíamos  - saíamos )
c. Ainda que todos saiam, .................em casa.  (permaneço  - permaneci  - permanecerei  - permanecia )
d. Quando partires, ...................saudades.  ( deixará  - deixarás  - deixaria  - deixava) 
e. Júlia e eu .....................o caderno se tivesses pedido.  (emprestaria  - emprestaríamos  - emprestaremos  - emprestamos ) 

6. Leia o texto a seguir.
O pequeno planeta estava silencioso. Os astronautas não estavam percebendo a presença de ninguém , mas, como o chão se apresentava marcado por estranhas pegadas luminosas, eles   tinham certeza de que o planeta era habitado.
Os astronautas estavam curiosos, porém precisavam voltar rapidamente para as suas espaçonaves e sair daquele lugar.
Era dia 16 de junho de  2397 do calendário interplanetário.


Agora imagine que você seja um dos astronautas e que os fatos estejam acontecendo exatamente neste momento. Reescreva o texto, alternando adequadamente as palavras destacadas.

7. a. Observe as formas verbais destacadas e indique a pessoa e o número em que foram usadas.

As duas velhinhas
Mariana e Marina,
Estão sentadas na varanda:
Marina e Mariana.
Elas usam batas de fitas,
Marina e Mariana.
E penteados de tranças: Marina e Mariana.
Tomam chocolate, as velhinhas,
Marina e Mariana.
Em xícaras de porcelana:
Mariana e Marina.
Uma diz: “Como a tarde é linda,
Não é, Mariana?”
A outra diz: “Como as ondas dançam,
Não é, Marina?”
“Ontem, eu era pequenininha”,
Diz Mariana.
“Ontem nós éramos crianças”,
Diz Marina.
E levam à boca as xicrinhas,
Mariana e Marina,
as xicrinhas de porcelana:
Marina e Mariana.
Tomam chocolate, as velhinhas,
Marina e Mariana.
E falam de suas lembranças,
Mariana e Marina.

Cecília Meireles)

8. Complete com o verbo indicado nos parênteses.

a) Meus irmãos ______________ em uma casa no centro da cidade. (morar/ presente do indicativo)
b) Tu _________________ os moradores deste edifício? (conhecer/ pretérito perfeito do indicativo)
c) Que tal se nós __________________uns ovos? (fritar/ pretérito imperfeito do subjuntivo)
d) Tomara que eles ________________o prêmio. (ganhar/ presente do subjuntivo)
e) O trem ________________ lentamente. (partir/ pretérito imperfeito do indicativo)
f) O agricultor ________________ muito café este ano. (colher/ futuro do presente do indicativo)