terça-feira, 21 de agosto de 2012



EMEF Profº Fernando Pantaleão

Avaliação de Língua Portuguesa  -Leitura e Análise  Textual 7os. Anos  A e B – 3º Bimestre 2012

Questão 1 

 Leia o texto abaixo.

CACHORROS

Os zoólogos acreditam que o cachorro se originou de uma espécie de lobo que vivia na Ásia. Depois os cães se juntaram aos seres humanos e se espalharam por quase todo o mundo. Essa amizade começou há uns 12 mil anos, no tempo em que as pessoas precisavam caçar para se alimentar. Os cachorros perceberam que, se não atacassem os humanos, podiam  ficar perto deles e comer a comida que sobrava. Já os homens descobriram que os cachorros podiam ajudar a caçar, a cuidar de rebanhos e a tomar conta da casa, além de serem ótimos companheiros. Um colaborava com o outro e a parceria deu certo.                                                                                                                                                                            

                                                                                                                       www.recreionline.com.br

O assunto tratado nesse texto é a

(A) relação entre homens e cães.
(B) profissão de zoólogo.
(C) amizade entre os animais.
(D) alimentação dos cães.

Questão 2

 Leia o texto abaixo e responda às questões.

Caipora

É um Mito do Brasil que os índios já conheciam desde a época do descobrimento. Índios e Jesuítas o chamavam de Caiçara, o protetor da caça e das matas. Seus pés voltados para trás servem para despistar os caçadores, deixando-os sempre a seguir rastros falsos. Quem o vê, perde totalmente o rumo, e não sabe mais achar o caminho de volta. É impossível capturá-lo. Para atrair suas vítimas, ele, às vezes, chama as pessoas com gritos que imitam a voz humana. É também chamado de Pai ou Mãe-do-Mato, Curupira e Caapora. Para os Índios Guaranis, ele é o Demônio da Floresta. Às vezes é visto montando um porco do mato.                                                                http://www.arteducacao.pro.br/

 De acordo com esse texto, os pés voltados para trás da Caipora servem para

(A) atrair suas vítimas.
(B) despistar caçadores.
(C) montar um porco do mato.
(D) proteger as matas.

Questão 3

 Leia o texto abaixo e responda às questões. 

O Feitiço do sapo

Todo lugar sempre tem um doido. Piririca da Serra tem Zóio. Ele é um sujeito cheio de ideias, fica horas falando e anda pra cima e pra baixo, numa bicicleta pra lá de doida, que só falta voar. O povo da cidade conta mais de mil casos de Zóio, e acha que tudo acontece, coitado, por causa da sua sincera mania de fazer “boas ações”. Outro dia, Zóio estava passando em frente à casa de Carmela, quando a ouviu cantar uma bela e triste canção. Zóio parou e pensou: que pena, uma moça tão bonita, de voz tão doce, ficar assim triste e sem apetite de tanto esperar um príncipe encantado. Isto não era justo. Achou que poderia ajudar Carmela a realizar seu sonho e tinha certeza de que justamente ele era a pessoa certa para isso. Zóio se pôs a imaginar como iria achar um príncipe para Carmela. Pensou muito para encontrar uma solução e finalmente teve uma grande idéia de jerico: foi até a beira do rio, pegou um sapo verde e colocou-o numa caixa bem na porta da casa dela.
                                  
                          FURNARI, Eva. O feitiço do sapo. São Paulo: Editora Ática, 2006, p. 4 e 5. Fragmento.

A intenção de Zóio ao colocar um sapo na porta da casa de Carmela foi

A) ajudá-la a encontrar um príncipe encantado.
B) ajudá-la a cantar com voz mais doce ainda.
C) encontrar alguém para cuidar do sapo que vivia no rio.
D) fazer uma surpresa, dando-lhe um sapo de presente.

Questão 4

Leia o texto abaixo e responda à questão. 

PRINCESA  NENÚFAR  ELFO-ELFA

Nasceu já bem pálida, de olhos claros e cabelos loiros, quase brancos. Foi se tornando invisível já na infância e viveu o resto da vida num castelo mal assombrado, com fantasmas amigos da família. Dizem que é muito bonita, mas é bem difícil de se saber se é verdade.

SOUZA, Flávio de. Príncipes e princesas, sapos e lagartos. Histórias modernas de tempos antigos. Editora FTD, p. 16. Fragmento.

 A opinião das pessoas sobre a princesa é de que ela

A) é muito bonita.
B) é pálida, de olhos claros.
C) tem cabelos quase brancos.
D) vive num castelo.

Questão 5 

 Leia o texto abaixo e responda às questões.

O HOMEM DO OLHO TORTO

No sertão nordestino, vivia um velho chamado Alexandre. Meio caçador, meio vaqueiro, era cheio de conversas – falava cuspindo, espumando como um sapo-cururu. O que mais chamava a atenção era o seu olho torto, que ganhou quando foi caçar a égua pampa, a pedido do pai. Alexandre rodou o sertão, mas não achou a tal égua. Pegou no sono no meio do mato e, quando acordou, montou num animal que pensou ser a égua. Era uma onça. No corre-corre, machucou-se com galhos de árvores e ficou sem um olho. Alexandre até que tentou colocar seu olho de volta no buraco, mas fez errado. Ficou com um olho torto. 
                                   
          RAMOS, Graciliano. História de Alexandre. Editora Record. In Revista Educação, ano 11, n. 124, p. 14.

 O que deu origem aos fatos narrados nesse texto?

A) O fato de Alexandre falar muito.
B) O hábito de Alexandre de falar cuspindo.
C) A caçada de Alexandre à égua pampa.
D) A caçada de Alexandre a uma onça.



QUESTÃO 6

Pandas ainda correm perigo na China

Inverno  agrava  escassez  de  bambu  provocada  pelo  terremoto  de  maio  do  ano passado. O terremoto que matou 70 mil pessoas em maio do ano passado na província de  Sichuan,  no  sudoeste  da  China,  comoveu  o  mundo  também  por  causa  da situação dos pandas. Sichuan é a região onde vive a maior parte desses ursos, em reservas e centros de pesquisa. [...] Quase um ano depois, a escassez de bambu é considerada a maior ameaça à sobrevivência  dos  pandas. No inverno, os  pandas continuam a se alimentar dessa planta. "O impacto destrutivo do terremoto será maior que o de 1983", disse Zhang.
Hemin,  diretor  do  Centro  de  Pesquisa  e  Conservação de  Pandas  Gigantes  de Wolong.  Zhang  se  refere  a  uma  mortandade  de  40%  da população  de  pandas, naquele ano, devido a uma praga que devastou as florestas de bambu. 
                                                          
                                                          http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/ - 14/01/2009

 A mortandade de 40% da população de pandas em 1983 ocorreu por causa

(A) do terremoto na província de Sichuan, que matou 70 mil pessoas.
(B) do grande impacto destrutivo do terremoto ocorrido naquela época.
(C) da praga que na época devastou as florestas de bambu.
(D) da alimentação dos pandas no inverno continuar a ser bambu.

Questão 7

A canícula

  A  cena  aconteceu  num  restaurante  do  Flamengo.  Cinco  pessoas  à mesa comentavam o calor que fazia lá fora – e alguém comenta alguma outra coisa ultimamente na cidade? [...]
  Desde então, não penso em outra coisa. Que fim levou o ventinho que fazia  parte  do  verão  carioca?  Foi  sugado  pelo  aquecimento  global?  Escapou  pelo buraco  da  camada  de  ozônio?  Cadê  aqueles  tempos  em que,  no  auge  do  calor,  a gente ia se refrescar à beira–mar? 
[...]
          Que  fim  levou  o  cine  Metro-Copacabana?  Mais  precisamente,  que  fim levou  o  ar  refrigerado “com  clima de montanha”  que tornava  as  matinês de  quinta-feira, dia em que mudava o filme em cartaz, num oásis contra a canícula?[...]       (Artur Xexéo)

 Considerando o tema do texto e a necessidade de um oásis (3 ° parágrafo), pode-se entender que o significado do título “A canícula” é 

(A) O calor muito forte.
(B) A brisa refrescante.
(C) A matinê de quinta-feira.
(D) O aquecimento global 

Questão 8

Stress Ancestral

Conhecido  como  um  dos  males  do  nosso  tempo,  o  stress  não  é exclusividade deste século nem do anterior. Muito antes da era do trânsito caótico, e até mesmo da Revolução Industrial, a civilização inca, que viveu entre 550 e 1532, já sofria desse mal. A conclusão é de uma equipe de arqueólogos da Universidade de Ontário Ocidental, no Canadá, que analisaram amostras de cabelo de restos mortais de dez indivíduos, provenientes de cinco diferentes sítios arqueológicos no Peru. Os pesquisadores encontraram cortisol – hormônio responsável pelo stress – em níveis superiores aos verificados em pessoas que passaram por estudos clínicos recentes. “O cortisol estava mais alto naqueles que, depois de alcançar tais níveis, morreram. Esses indivíduos podem ter desenvolvido uma doença que levou algum tempo para matá-los e essa talvez tenha sido a causa do stress”, diz a arqueóloga Emily Webb, que conduziu a pesquisa.

Fonte:http://www.istoe.com.br/reportagens/35451_STRESS+ANCESTRAL?pathImagens=&path=&actualAre a=internalPage

A finalidade do texto é

(A) relatar as consequências negativas do stress.
(B) informar que o stress já existe há mais de 400 anos.
(C) identificar a doença que causou o stress na civilização Inca.
(D) comparar o stress do homem moderno ao dos Incas.

QUESTÃO 9

                                           Quintais
              

Na casa do meu avô, havia quatro quintais.
No  principal,  o  portão  se  abria  para  a  rua,  e  ali  ficava  a  casa  propriamente dita, e por cima do muro baixo a gente via as cabeças das pessoas que passavam pela  rua,  sempre  tão  devagar.  Às  vezes  vinha  dar  na  varanda  o  cheiro  do  rio,  um cheiro  de  pano  e  de barro.  Na  garagem  descoberta,  sobre  os  cascalhos,  dormia  a Variant marrom do meu avô.
À  esquerda,  separado  por  um  muro  com  uma  passagem, ficava  o  universo dos  abacateiros  e  o  quartinho  que  o  meu  avô  chamava  de  Petit  Trianon.  Nós apanhávamos abacates para fazer boizinhos com palitos de fósforo. O Petit Trianon eu  não  me  lembro  para  que  servia,  ficava  quase  sempre  fechado.  Mas  eu  tinha
pesadelos com ele.
À  esquerda,  separado  por  outro  muro  com  outra  passagem,  ficava  um universo híbrido em que cabiam orquídeas numa estufa, galinhas, goiabeiras [...]
À direita do quintal principal, ficava o último, e quase proibido. Havia o muro, mas  na  passagem  tinha  um  portãozinho  baixo  de  madeira,  que  às  vezes  a  gente pulava por prazer. [...]
                                                                                                                                                    Fonte:http://www.releituras.com/adrilisboa_quintais.asp

No trecho do terceiro parágrafo “Mas eu tinha pesadelos com ele.”, a palavra grifada
se refere ao

(A) muro com uma passagem.         (B) avô.        (C) quartinho.         (D) cheiro de chuva.

QUESTÃO 10

Fim do mundo

 Carlos Drummond de Andrade

Aos  sete  anos de  idade,  imaginei  que  ia  presenciar a morte do mundo,  ou antes,  que  morreria  com  ele.  Um  cometa  mal-humorado  visitava  o  espaço.  Em certo dia de 1910, sua cauda tocaria a Terra; não haveria mais aulas de aritmética, nem  missa  de  domingo,  nem  obediência  aos  mais  velhos.[...]  Havia  ainda  a angústia da morte, o tranco final, com a cidade inteira (e a cidade, para o menino, era o mundo) se despedaçando – mas isso, afinal, seria um espetáculo. Preparei-me para morrer, com terror e curiosidade.
                                      Fonte: http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/blog/certaspalavras/?id=746167

 O sentimento expresso no trecho “não haveria mais aulas de aritmética, nem missa  de domingo, nem obediência aos mais velhos” era de 

(A) êxtase porque tudo iria mudar  muito no futuro.
(B) curiosidade porque  não se sabia claramente como seria o futuro.
(C) surpresa com as várias  mudanças previstas para o futuro.
(D) alívio porque alguns deveres não existiriam no futuro.




Gabarito


   1.A   2.B     3.A     4.A.   5.C


   6.C    7.A     8.B    9.C     10.D




segunda-feira, 13 de agosto de 2012


EMEF Profº Fernando Pantaleão

Gênero textual  : Texto Instrucional  - Revisão  - 3º Bimestre 2012  - 8os. Anos
Leia o texto para responder às questões 1, 2 e 3.

  VEXAMES  

Muita gente não sabe usar um celular. Veja o que você NÃO deve fazer com ele.

 * Não ande com o celular pendurado na calça. Fica feio. Guarde-o na mochila. Dá para escutá-lo do mesmo jeito.

* Desligue o celular durante as aulas – ou em lugares públicos, como o cinema. Depois você acessa a caixa postal e pega a mensagem.
* Nunca telefone durante a aula. Não adianta se abaixar, nem cobrir o celular com o cabelo. As pessoas vão perceber que você está ao telefone.
* Quando estiver com apenas uma amiga, não fique horas falando ao celular.

 * Não ofereça o seu telefone só para ser simpática. Lembre-se da conta que vai chegar.

                                                                                                                               (Capricho, 21/11/1999.)
Questão 1

 Sobre o texto, assinale a afirmativa correta.

A) Criticar o jovem que não sabe usar adequadamente o celular, chegando a situações de vexame, é a intenção do texto.

B) Certas escolhas lexicais permitem deduzir que o interlocutor pretendido é jovem, estudante, sexo masculino.

C) A linguagem do texto é formal, com complexidade sintática, adequada ao interlocutor que a revista em que o texto foi publicado pretende alcançar.

D) O texto pode ser classificado como gênero instrucional pela intencionalidade, por ser uma sequencia de recomendações e por apresentar verbos no imperativo.

E) Os argumentos apresentados no texto relacionam-se às áreas educacional, social e midiática.

Questão 2

Em relação aos recursos coesivos, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

  ) Na introdução do texto, o pronome você retoma o sentido de gente, e ele, o sentido de celular; ambos constituem coesão por substituição.
(   ) Embora sem a presença de elementos coesivos interfrasais na primeira recomendação, a segunda frase acrescenta a idéia de explicação à primeira frase.

(   ) As recomendações não estão ligadas por elementos coesivos interfrasais, o que as une é a progressão temática.

(   )  Reescrevendo a última recomendação, sem alterar o sentido, fica: Não ofereça o seu telefone só para ser simpática, portanto a conta vai chegar alta.

Assinale a sequencia correta.

A) F, F, V, V              B) V, V, V, F                 C) V, F, V, F                D) F, V, V, V              E) F, V, V, F  

Questão 3

Um dos fatores de coerência textual é a uniformidade de tratamento. Assinale a reescritura da segunda recomendação que NÃO respeita esse fator.
A) Desliguem o celular durante as aulas – ou em lugares públicos como o cinema. Depois vocês acessam a caixa postal e pegam a mensagem.

B) Desligai o celular durante as aulas – ou em lugares públicos como o cinema. Depois vós acessais a caixa postal e pegais a mensagem.

C) Desliga o celular durante as aulas – ou em lugares públicos como o cinema. Depois tu acessas a caixa postal e pegas a mensagem.

D) Desligue o celular durante as aulas – ou em lugares públicos, como o cinema. Depois tu acessas a caixa postal e pegas a mensagem.

E) Desliguemos o celular durante as aulas – ou em lugares públicos como o cinema. Depois nós acessamos a caixa postal e pegamos a mensagem.

Fonte: http://www.ufmt.br/vestibular/concursos/ufmt2006_2/documentos/caderno_de_prova/caderno_amarelo.pdf

sábado, 11 de agosto de 2012


                                                                O PRAZER DA LEITURA

            Muito se afirma em nossos dias que as pessoas de maneira geral leem pouco ou nada. Não é o que se constata convivendo com jovens das mais diversas origens. Talvez o que esteja se transformando seja o significado da leitura e o prazer dela oriundo. Outra controvérsia atual seria a possibilidade da substituição gradativa dos livros impressos pelos livros digitalizados disponíveis na íntegra em portais para buscas on-line.
            Constato também que apesar de todas as polêmicas o livro impresso continua sendo um dos mais nobres objetos culturais, um símbolo de nossa memória e de nossa civilização. Sem dúvida mudaram as necessidades dos leitores habituados hoje com as novas tecnologias e as frases curtas predominantes nas redes sociais. E a leitura silenciosa, ainda considerada como uma das formas mais adequadas para a obtenção de conhecimentos e de informação, adquire novas dimensões e novos desdobramentos neste nosso mundo veloz e dotado de inúmeras possibilidades de intercâmbio cultural.
            Por outro lado, há sempre o risco do culto à superficialidade e, por conseguinte, de um vazio existencial que precisa ser abastecido ininterruptamente com novidades quase sempre fúteis, que anseia por uma satisfação de seus desejos cada vez mais rápida e mais sintonizada com as novas ofertas do mercado. Neste sentido, Theodor Adorno, sociólogo alemão, em 1959, cria um conceito - o semiculto - para tentar definir a formação cultural, num ensaio intitulado Theorie der Halbbildung (Teoria da semicultura).
            Ele fala sobre a modernidade que privilegia um indivíduo semiculto, que conhece um pouco de tudo, que se limita aos resumos e se orienta pela ambição. Adorno vê nisso um enorme perigo: "Compreender e saber pela metade não é uma etapa preliminar da cultura e sim um inimigo mortal desta: elementos culturais que cheguem à consciência sem pressuporem sua continuidade transformam-se em substâncias tóxicas malignas." Qual a saída? Para Adorno, só há uma: uma vida autodeterminada, através da reflexão crítica sobre a semicultura e sobre o semiconhecimento.
            O prazer da leitura está muito associado às vivências de experiências estéticas que nos conectam com o que de melhor foi produzido por nossa civilização e que reforçam nossa condição humana em meio a um mundo repleto de ameaças e perigos iminentes. Jorge Luis Borges considerava o livro uma extensão da memória e da imaginação. Para ele, a biblioteca - um local quase mágico povoado pela imaginação humana - seria a memória da humanidade. Em suas aulas aconselhava os alunos a não lerem críticas, e sim as próprias obras em questão. Talvez compreendam pouca coisa, dizia, mas sentirão um prazer único e estarão ouvindo a voz de alguém, já que cada autor tem a sua voz.
            É preciso considerar, contudo, que as mídias e as novas formas de comunicação se complementam e se otimizam mutuamente, modificando a inserção social dos objetos culturais, sua recepção e a produção de seus conteúdos, além de fazer frutificar novas linguagens artísticas. Neste contexto, a leitura seguirá sendo sempre uma "forma de felicidade".

Erlon José Paschoal
Diretor de teatro, dramaturgo e tradutor.