terça-feira, 23 de maio de 2017

Humor

                                                          Imagem In Canto do Livro

EMEF Prof Fernando Pantaleão

Língua Portuguesa –  Estudo gramatical – VERBO – 7º Ano   -  2 º Bimestre/2017

1.  Dê o tempo  e  o modo das   formas verbais .

a. pesaria.   b. destacássemos    c. estivera    d. estiver      e.  conseguirá     f. viajei        g. corramos 

2. Leia a frase abaixo, transcreva as formas nominais que ela apresenta:

“O rapaz, pensando que nada ia se alterar na vida dele, não ficou preocupado com a perda do emprego.”

3. A frase abaixo está na 3º pessoa do singular. Reescreva-a , mantendo a uniformidade ( a concordância)  entre as palavras que você colocará nas lacunas e a palavra destacada em cada uma das frases.

Você está se preocupando muito.

a. ..................................te preocupando muito.
b. Vocês...........................................preocupando muito.
c. .................estamos..............preocupando muito.
d. Eu ...................................preocupando muito.

4. Reescrevas as frases duas vezes, estabelecendo as correlações exemplificadas em I ( presente do  subjuntivo – futuro do presente do indicativo) e em II ( imperfeito do subjuntivo – futuro do pretérito do indicativo)

  Exemplo:                Ele pede minha opinião; não digo nada.

                                Caso ele peça minha opinião, não direi nada.
                                Se ele pedisse minha opinião, não diria nada.

a. Ele luta pela justiça; nós o apoiamos.
b. A caixa cabe na mala; eles a levam.
c. Os jornais trazem boas reportagens; você os compra.
d. Ele tem o controle da situação; tu o apóias.

5. Leia as frases a seguir e indique se as afirmações que se fazem a respeito delas estão certas ou erradas.


I. Quando eram crianças, Bruno e Felipe viviam em Porto Alegre.
II. Quando era criança, Bruno brigava com os amigos.
III. Quando era criança, Felipe vivia brigando com os amigos.

a.   (         ) Somente em uma das frases há locução verbal.
b.   (         ) Felipe era mais briguento que Bruno.
c.   (         ) Eram é uma forma verbal de um verbo regular.
d.   (         ) Nas três frases ocorrem formas  verbais no pretérito imperfeito do indicativo.

6. Complete as frases de acordo com os verbos entre parênteses e os tempos pedidos.

a) Preciso passar no vestibular, por isso..........................muito. (estudar - futuro do presente do indicativo).
b) .............................boas lembranças da minha infância. (ter - presente do indicativo).
c) Marcela e Bruna................................ao cinema ontem. (ir - pretérito perfeito do indicativo).
d) Nesta vida.............................o que plantamos. (colher - presente do indicativo).
e) Pedro..................................futebol muito bem se tiver oportunidade. (jogar - futuro do presente do indicativo).          
f) Os homens..................................viola durante a serenata. (tocar - futuro do presente do indicativo).
g) O aluno....................................um prêmio ao final do semestre. (ganhar - futuro do presente do indicativo).
h) A menina.....................................alto durante as aulas. (falar - pretérito imperfeito do indicativo).

7) Informe em que tempo do modo subjuntivo encontram-se as formas verbais destacadas abaixo.

a) Se nós repartíssemos o bolo, todos comeriam.
b) É possível que você a encontre depois da aula.
c) Depois que vocês terminarem o exercício, farei a correção.
d) Ele não permitiu que nós olhássemos pela janela.
e) É improvável que fujamos novamente para as terras do sem fim.

8. Complete as orações  abaixo  com  os  verbos  indicados  entre parênteses no modo subjuntivo.
  
a) Se eu __________________________ em tudo que você diz, estaria perdido.  (acreditar)
b) Não tenho certeza, mas se nós _______________________ por esta rua, gastaremos menos tempo. (subir)
 c) Pode ser que você ________________________razão.  (ter)
d) Não é que eu _______________________ me intrometer, mas você não tem agido bem nas últimas semanas.  (querer)
e) Talvez a cor azul nos _______________________sorte.  (trazer)

9. Identifique o radical, a vogal temática e as  desinências  das formas verbais abaixo.

a. correremos   b. cobrarás    c. subísseis   d. mostravam         e. compraríamos

10. Compare estas duas frases:

I. O pesquisador pretende estudar as plantas medicinais que existem naquela floresta.
II. O pesquisador pretende estudar as plantas medicinais que existam naquela floresta
.
Em I , o verbo em destaque está no presente do indicativo ; em II, está no presente do subjuntivo . Explique a diferença de sentido que essas formas estabelecem entre as duas frases.

11 . Leia as frases abaixo, observando as formas verbais destacadas.  Em seguida, relacione-as aos itens abaixo.   

 (1) Fato incerto no presente; (2) Fato hipotético que poderia ter acontecido no passado ;(3) Fato que possivelmente ainda vai acontecer
  Se não  (        ) existisse o petróleo, não beberíamos refrigerante em garrafinhas de plástico. Quando nos (        ) informarmos mais sobre a importância do petróleo, compreenderemos a sua influência no nosso dia-a-dia.  É possível que algumas comunidades do planeta não (         ) precisem do petróleo.

                                                                                                       


quarta-feira, 19 de abril de 2017

Tipos de narrador


                                    EMEF Prof Fernando Pantaleão

Atividade sobre tipos de narrador (personagem, observador e onisciente)


Leia os trechos a seguir, observando as características dos três tipos de narrador (personagem, observador e onisciente).

Texto 1

Abriu a janela no exato momento em que a garrafa com a mensagem passava, levada pelo vento. Pegou-a pelo gargalo e, sem tirar a rolha, examinou-a cuidadosamente. Não tinha endereço, não tinha remetente.
Certamente, pensou, não era para ele
.                         
                                                                Fonte: Colasanti (1986).

Texto 2

Quando Ana me deixou, eu fiquei muito tempo parado na sala do apartamento, cerca de oito horas da noite, com o bilhete dela nas mãos. No horário de verão, pela janela aberta da sala, à luz das oito horas da noite podiam-se ainda ver uns restos de dourado e vermelho deixados pelo sol atrás dos edifícios, nos lados de Pinheiros. Eu fiquei muito tempo parado no meio da sala do apartamento, o último bilhete de Ana nas mãos, olhando pela janela os vermelhos e os dourados do céu. E lembro que pensei agora o telefone vai tocar, e o telefone não tocou, e depois de algum tempo em que o telefone não tocou, e podia ser Lucinha da agência ou Paulo do cineclube ou Nelson de Paris ou minha mãe do Sul, [...] então pensei agora a campainha vai tocar. Podia ser o porteiro entregando alguma correspondência, a vizinha de cima à procura da gata persa que costumava fugir pela escada, ou mesmo alguma dessas criancinhas meio monstros de edifício, que adoram apertar as campainhas alheias, depois sair correndo. Ou simples engano, podia ser. Mas a campainha também não tocou, e eu continuei por muito tempo sem salvação parado ali no centro da sala que começava a ficar azulada pela noite, feito o interior de um aquário, o bilhete de Ana nas mãos, sem fazer absolutamente nada além de respirar. Fonte: Abreu (2005).

Atividades:

1. Após a leitura dos trechos citados, responda ao que se pede.

Texto 1
a. Você acha que a personagem devolveu a garrafa ao vento?
b. Invente uma continuação para a narrativa.

Texto 2
a. Imagine o que Ana teria escrito no bilhete.
b. O personagem permaneceu estático na sala, com o bilhete de Ana em suas mãos. O que você acha que aconteceu depois?


c. Procure manter o tom do texto e finalize a história.


2. Imagine o seguinte enredo:
 

. Dois jovens, viciados em computador, conhecem-se numa sala de bate-papo da internet. Durante meses, eles conversam, trocam ideias, compartilham problemas e sentimentos.
. Um dia, a garota recebe a seguinte mensagem:

Heloísa,
 As coisas estão se tornando difíceis para mim. Não vou escrever de novo para você.    Nosso relacionamento está ficando intenso demais, real demais, e acho que você não existe. Eu inventei você, nossas conversas, seu endereço. Eu me sentia só, queria ardentemente uma amiga, mas perdi o controle. Acho que estou apaixonado por você. . .   Antes que essa loucura acabe comigo, adeus.
                                                                                         Abelardo

.Prontamente, a garota responde:

Abelardo, tolinho
Você não pode me transformar num fantasma porque está com medo. Um poeta não dispensa sua musa por capricho. Se você não vier me encontrar, eu irei até você.

                                                                                                                                                                                                                                       Heloísa

                               Fonte: Cereja e Magalhães (2000, p. 50).

Com base no enredo das personagens acima e considerando as características do gênero narrativo, crie um texto narrativo tematizando o encontro ou o desencontro entre as personagens. Construa o tempo e o espaço em que os fatos ocorrem. Não se esqueça de construir o tempo e o lugar em que os fatos ocorrem. Se quiser, introduza novas personagens. O narrador pode ser observador ou personagem. Se adotar o narrador-personagem, escolha o ponto de vista: narre sua história sob a ótica de Abelardo ou sob a de Heloísa.

                                     Fonte:  http://www.metropoledigital.ufrn.br/aulas/disciplinas/ce/aula_03.

terça-feira, 11 de abril de 2017

Humor

                                                                                  Imagem in Filosofia em rede

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Estudo Textual - Elementos da narrativa


EE Profª Margarida Maia de Almeida Vieira

Língua Portuguesa  –  Análise Textual – Elementos da Narrativa  6º Ano 
 1º Bimestre /2017
Aluno:......................................................Nº...........Turma:.........Data:......../......./......

Leia o texto a seguir, de Inácio de Loyola Brandão:

O verde

Estranha é a cabeça das pessoas.
Uma vez, em São Paulo, morei numa rua que era dominada por uma árvore incrível. Na época da floração, ela enchia a calçada de cores. Para usar um lugar-comum, ficava sobre o passeio um verdadeiro tapete de flores; esquecíamos o cinza que nos envolvia e vinha do asfalto, do concreto, do cimento, os elementos característicos desta cidade. Percebi certo dia que a árvore começava a morrer. Secava lentamente, até que amanheceu inerte, sem folha. É um ciclo, ela renascerá, comentávamos no bar ou na padaria. Não voltou. Pedi ao Instituto Botânico que analisasse a árvore, e o técnico concluiu: fora envenenada. Surpresos, nós, os moradores da rua, que tínhamos na árvore um verdadeiro símbolo, começamos a nos lembrar de uma vizinha de meia-idade que todas as manhãs estava ao pé da árvore com um regador. Cheios de suspeitas, fomos até ela, indagamos, e ela respondeu com calma, os olhos brilhando, agressivos e irritados:
— Matei mesmo essa maldita árvore.
— Por quê?
— Porque na época da flor ela sujava minha calçada, eu vivia varrendo essas flores desgraçadas.
                   Ignácio de Loyola Brandão                                                                                                                                                                                                     
Atividades Textuais

1) Por que, no começo do texto, o narrador afirma que "Estranha é a cabeça das pessoas.".

2) Observe a frase: "Na época da floração, ela enchia a calçada de cores." (2º parágrafo).
a) Qual é a época da floração?
b) O que significa a expressão "enchia a calçada de flores"?

3) Observe a frase: [...] esquecíamos o cinza que nos envolvia [...]" (2º parágrafo). Que cinza era esse ao qual o autor se referia?

4) Por que a árvore parou de florescer?

5) Releia atentamente a seguinte frase e responda às questões:

"Surpresos, nós, os moradores da rua, que tínhamos na árvore um verdadeiro símbolo, começamos a nos lembrar de uma vizinha de meia-idade que todas as manhãs estava ao pé da árvore com um regador." (2º parágrafo).

a) Qual é a primeira impressão que temos ao ler que a vizinha regava a árvore todos os dias?
b) Essa impressão se confirma no final do texto? Por quê?

6) Por qual motivo a árvore foi morta?

7) Identifique, no texto , os elementos da narrativa abaixo:

a) Narrador:
b) Espaço:
c) Enredo:
d) Clímax:

e) Desfecho:

quinta-feira, 2 de março de 2017

Dica de Leitura


Aitvidades Estrutura narrativa

EMEF Prof Fernando Pantaleão
Língua Portuguesa – Análise textual – Estrutura Narrativa – Gênero Conto 
 6º Ano – 1º Bimestre /2017

CONSTRUINDO OS SENTIDOS DO TEXTO

Leia o texto abaixo e responda as perguntas.

 Histórias para o Rei

Nunca podia imaginar que fosse tão agradável a função de contar histórias, para a qual fui nomeado por decreto do Rei. A nomeação colheu-me de surpresa, pois jamais exercitara dotes de imaginação, e até me exprimo com certa dificuldade verbal. Mas bastou que o rei confiasse em mim para que as histórias me jorrassem da boca à maneira de água corrente. Nem carecia inventá-las. Inventavam-se a si mesmas.
Este prazer durou seis meses. Um dia, a Rainha foi falar ao Rei que eu estava exagerando. Contava tantas histórias que não havia tempo para apreciá-las, e mesmo para ouvi-las. O Rei, que julgava minha facúndia uma qualidade, passou a considerá-la um defeito, e ordenou que eu só contasse meia história por dia, e descansasse aos domingos. Fiquei triste, pois não sabia inventar meia história. Minha insuficiência desagradou, e fui substituído por um mudo, que narra por meio de sinais, e arranca os maiores aplausos.

                                                                                             ANDRADE, Carlos Drummond de. Histórias para o Rei. Rio de Janeiro: Record, 1999.....

I . Entendendo elementos contextuais.

a) Quem é o autor do texto?
b) Quando o texto foi escrito?
c) Para quem você acha que o texto foi escrito?
d) Que outras pessoas poderiam ler um texto como este?
e) Para que você acha que o texto foi escrito? Ou seja, qual é o objetivo do texto?
f) Onde podemos encontrar um texto como este?
g) Onde este texto foi publicado? É possível reconhecer isto no texto?

II .  Entendendo a organização da história e como ela pode ser escrita.

1) Leia o texto novamente e faça as atividades abaixo.
a) Quantos parágrafos há no texto?
b) Que tipo de informações aparecem em cada parágrafo?
c) Quem participa da história, ou, a quem a história se refere?
d) A história é contada por alguém? Quem?
e) Onde a história acontece?
f) Quando a história acontece?
g) Que palavras mostram o tempo em que acontece a história?
h) Como a história se inicia?i) Qual é a situação problema da história?
j) Como a história termina ou como o personagem resolve o problema na história?

2) Volte ao texto e relacione as informações de acordo com cada parágrafo:

1º. Parágrafo    -   2º parágrafo

(      ) A rainha reclamou ao rei que o contador de historias estava exagerando e este foi substituído por um mudo.

(        ) O personagem é convidado a narrar histórias para o rei. 2º. Parágrafo
(        ) A confiança do rei fez com que a personagem desenvolvesse a habilidade de contar histórias.
(        ) O personagem ficou muito triste ao ver sua qualidade se tornar um defeito.

3) Você saberia dizer por que a palavra “pois” está sendo usada nas linhas 2 e 9 no texto? Ela está sendo usada para fazer o que no texto?

 4) E qual o sentido da palavra “mas” na linha 3? Por que ela está sendo usada ali?

5) Você acha que a história está sendo contada em um tempo presente, passado ou futuro?  

6) Como podemos reconhecer isto? Identifique cinco palavras que podem nos mostrar em que tempo a história está sendo contada.

7) Vamos identificar quais os tempos verbais que aparecem na história para melhor entendermos em que tempo ela é contada. Identifique no texto e copie abaixo os verbos que pertencem a cada tempo diferente.

8) Como podemos identificar as ações ocorridas em uma história? Pelos verbos, pois a maioria dos verbos são palavras que indicam ação nos textos. Para relacionarmos as ações acontecidas na história às personagens, identifique as palavras correspondentes às ações de cada personagem:

a.  O narrador (1ª. Pessoa do singular, eu)
b. O Rei (3ª. Pessoa do singular)
c. A Rainha (3ª. Pessoa do singular)
d. O mudo (3ª. Pessoa do singular)

9) Quais outras palavras fazem uma referência aos personagens?

a.  (1ª. Pessoa do singular, eu)
b. O Rei (3ª. Pessoa do singular)
c. A Rainha (3ª. Pessoa do singular)
d. O mudo (3ª. Pessoa do singular)

10) Qual voz aparece mais no texto? Por quê?

11) Você concorda com o desfecho da história? Por quê?

 12) Se você pudesse daria um outro fim à história? Por quê?


 13) Que outro fim você daria à história? Justifique sua opinião.

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Ler e Ler


Leitura e análise textual

EMEF Prof Fernando Pantaleão
Língua Portuguesa – Texto  Gênero Conto - Leitura,  Análise Textual e Produção Textual
7º Ano - 1º Bimestre / 2017

Em dezembro

“Em dezembro mangas maduras eram vistas da janela – mas antes disso já tínhamos comido muita manga verde com sal, tirado escondido da cozinha. [...]
— Quem comeu manga verde? Vamos, confessa, já. Nenhum confessava: os dois de castigo.
Mostrei para Neusa a manga amoitada no capim: começava a amarelar. Ela cheirou, apertou contra o rosto, me pediu.
— Dou um pedaço.
— Quero a manga inteira.
— A manga inteira não. Um pedaço. [...]
— A manga inteira ou nada.
— Então nada.
Quando entrei na cozinha, Vovó estava me esperando:
— Pode ir direto para o quarto, já sei de tudo. Fiquei fechado de castigo até a hora da janta.
— Se tornar a comer manga verde, da próxima vez vai apanhar é de vara, ouviu?
Quem apanhou de vara foi Neusa. Cerquei-a no fundo do quintal com uma vara:
— Você enredou, agora vai pagar. [...]
Ela pediu pelo amor de Deus. Perguntei se ela gostava de mim. Ela disse que gostava. Pedi para ela dizer: ‘Eu te amo.’ Ela disse. [...] Eu falei que era mentira, que ela gostava é de Marcelo. Então ela disse que era mentira mesmo, que tinha é nojo de mim, e eu desci uma varada nas pernas dela. Em vez de correr, ela ficou parada, encolhida contra o muro [...].
— Pede perdão, senão eu bato de novo! [...]
Ameacei com a vara, mas ela só chorava. Então bati de novo, e dessa vez ela nem se mexeu, como se não tivesse sentido dor. Foi andando em direção a casa, e eu fiquei parado, vendo-a afastar-se. [...]
Ao voltar para casa, deixei três moranguinhos na mesinha do quarto onde ela, deitada, havia adormecido.
No dia seguinte recebi uma caixinha embrulhada — dentro os três moranguinhos e um bilhete: ‘Eu gostava é de você mesmo, mas agora nunca mais’.”

                                                             VILELA, Luiz. Contos da infância e da adolescência. São Paulo: Ática, 2001.


1 - O texto acima é o fragmento de um conto narrado em (?). O narrador é o (?), isto é, a personagem principal da história: ele participa ativamente dos acontecimentos e é de seu ponto de vista que tudo é observado e narrado. Chamamos esse tipo de narrador de(?).

As palavras que completam corretamente a afirmação acima são:

a) 1ª pessoa, antagonista, narrador-observador
b) 2ª pessoa, protagonista, narrador-personagem
c) 3ª pessoa, secundário, narrador-observador
d) 1ª pessoa, protagonista, narrador-personagem
e) 3ª pessoa, protagonista, narrador-personagem

2 - Que marcas gramaticais permitem dizer em que pessoa um texto é narrado? Retire três  exemplos do texto lido.

3 - Transcreva uma frase ou expressão que revelem impressões do narrador.

4 - Reescreva o parágrafo destacado no texto, alterando o foco narrativo.

5 - Na maior parte de suas falas, o autor utiliza os verbos no tempo (?), pois está narrando fatos que (?). Já o tempo verbal utilizados nas falas dos personagens é o (?), já que se referem a fatos que (?).

a) presente, estão acontecendo, pretérito, já aconteceram.
b) pretérito, já aconteceram, presente, estão acontecendo.
c ) futuro, irão acontecer, presente, estão acontecendo.
d) presente, já aconteceram, pretérito, estão acontecendo.
e) pretérito, estão acontecendo, futuro, irão acontecer.

6 - Além dos verbos, há outras maneiras de marcar o tempo em uma narrativa. Localize, no texto, uma palavra ou expressão que indiquem tempo decorrido na narrativa.

 7 - Nesse conto, o narrador tem acesso aos pensamentos e emoções das outras personagens?

a) Em que momento o narrador descobre os verdadeiros sentimentos de Neusa em relação a ele?

b) Em sua opinião, por que ele não acreditou quando ela disse, no quintal, que gostava dele?

8 – No texto predomina o discurso direto ou indireto? Justifique

9 – Reescreva o trecho abaixo, modificando o discurso utilizado pelo narrador:

Quando entrei na cozinha, Vovó estava me esperando:
— Pode ir direto para o quarto, já sei de tudo. Fiquei fechado de castigo até a hora da janta.

Produção Textual


 Supondo que o narrador também gostasse de Neusa, imagine o que ele sentiu ao ler bilhete. Escreva um diálogo em que o menino procure a amiga e tente resolver essa situação. Seu texto deverá ter, no mínimo, 15 linhas e estar adequadamente pontuado.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Análise textual

EE Profª Margarida  Maia de Almeida Vieira

Língua Portuguesa - Análise de texto - Tipologia narrativa - 6º Ano - 1 º Bimestre / 2017

                                                       Continho

                Era uma vez um menino triste, magro e barrigudinho, do sertão de Pernambuco. Na soalheira danada de meio-dia, ele estava sentado na poeira do caminho, imaginando bobagem, quando passou um gordo vigário a cavalo:
                _ Você aí, menino, para onde vai essa estrada?
                _ Ela não vai não: nós é que vamos nela.
                _ Engraçadinho duma figa! Como se chama?
                _ Eu não me chamo não, os outros é que me chamam de Zé.
                                              
                                       (Paulo Mendes Campos. Crônica 1. São Paulo: Ática, 2002.p.76)

1 – Ao copiar o texto, escolha um título para o conto.
2 – O texto é narrativo. Por que é possível fazer essa afirmação?
3 – Que tipo de narrador conta a história?
4 – Que palavras nos permitem descobrir o foco narrativo escolhido para narrar o continho?
5 – Quais são os personagens da história?
6 – Que tempo verbal foi utilizado pelo narrador? O que isso indica?
7 – Nos diálogos foi utilizado o mesmo tempo verbal? Justifique.
8 – Em que ambiente se passam as cenas?
9 – No texto foi utilizado o discurso direto ou indireto? Explique.
10 – Reescreva o conto alterando o discurso usado pelo narrador.

11– Transforme o texto em uma história em quadrinhos.
EMEF Prof Fernando Pantaleão
Atividade Diagnóstica -  Leitura e Análise textual 
9os. Anos A/B  - 1º.  Bimestre 2017

Texto I

      Sociedade

O homem disse para o amigo:
_ Breve irei a tua casa
E levarei minha mulher

O amigo enfeitou a casa
E quando o homem chegou com a mulher,
Soltou uma dúzia de foguetes.

O homem comeu e bebeu.
A mulher bebeu e cantou.
Os dois dançaram.
O amigo estava muito satisfeito.

Quando foi hora de sair,
O amigo disse para o homem:
_ Breve irei a tua casa.
E apertou a mão dos dois.

No caminho o homem resmunga:
_Ora essa, era só o que faltava.
E a mulher ajunta: _ Que idiota.

_ A casa é um ninho de pulgas.
Reparaste o bife queimado?
O piano ruim e a comida pouca.

E todas as quintas-feiras
Eles voltam à casa do amigo
Que ainda não pôde retribuir a visita.

(Carlos Drummond de Andrade)

O texto em estudo

1.Ao narrar a visita de um casal à residência de uma amigo, o poema apresenta situações que envolvem o relacionamento entre eles,

a.Até a quarta estrofe, o que se pode supor com relação à amizade que existe entre os três personagens?

b. O que sugerem os versos a seguir?

“O homem comeu e bebeu./ A mulher bebeu e cantou./ os dois dançaram.”

c. Os comentários do casal, na quinta estrofe, foram coerentes com as atitudes demonstradas quando ainda estavam na casa do amigo? Por quê?

2. o poema apresenta outro elemento-surpresa que vai de encontro à expectativa do leitor. Qual?

3. A palavra sociedade diz respeito às relações entre as pessoas.

a. O que se pode inferir da relação que o casal mantinha com o anfitrião?
b.Como você avalia a posição do dono da casa nessa relação?
c. Se a visita não tinha sido agradável, por que o casal voltou a visitá-lo?

4. Que aspecto das relações humanas o poema critica?

Texto II

Cão ! Cão! Cão!

Abriu a porta e viu o amigo que há tanto não via. Estranhou apenas que ele, amigo, viesse acompanhado de um cão. Cão não muito grande, mas bastante forte, de raça indefinida, saltitante e com um ar alegremente agressivo. Abriu a porta e cumprimentou o amigo com toda efusão. “Quanto tempo!” o cão aproveitou as saudações, se embarafustou casa adentro e logo o barulho na cozinha demonstrava que ele tinha quebrado alguma coisa. O dono da casa encompridou um pouco as orelhas, o amigo visitante fez um ar de que a coisa não era com ele. “Ora, veja você, a última vez que nos vimos foi...” “Não, foi depois, na...” “E você, casou também?”. O cão passou pela sala, o tempo passou pela conversa, o cão entrou pelo quarto e novo barulho de coisa quebrada. Houve um sorriso amarelo por parte do dono da casa, mas perfeita indiferença por parte do visitante. “Quem morreu definitivamente foi o tio... Você se lembra dele?” “Lembro, ora, era o que mais...não?” o cão saltou sobre um móvel, derrubou o abajur, logo trepou com as patas sujas no sofá (o tempo passando) e deixou lá as marcas digitais de sua animalidade. Os dois amigos tensos, agora preferiram não tomar conhecimento do dogue. E, por fim, o visitante se foi. Se despediu, efusivo como chegara, e se foi. Se foi. Se foi. Mas ainda ia indo, quando o dono da casa perguntou: “Não vai levar o seu cão?” “Cão? Cão? Cão? Ah, não! Não é meu, não. Quando eu entrei, ele entrou naturalmente e eu pensei que fosse seu. Não  é seu, não?”

MORAL: QUANDO NOTAMOS CERTOS DEFEITOS NOS AMIGOS DEVEMOS SEMPRE TER UMA CONVERSA ESCLARECEDORA.

                                                                         MillôrFernandes
Questões Textuais

1.Que fato desencadeia todos os acontecimentos narrados pelo cronista?
2. Por que o dono da casa não questionou o amigo sobre o cachorro?
3. A entrada intempestiva do cão causou certo mau-estar no dono da casa que a certa altura da visita, deu um sorriso amarelo. Qual a causa dessa reação?
4. Por que” Os dois amigos, tensos, agora preferiram não tomar conhecimento do dogue?”
5. Diante da bagunça do cão pela casa, o que um amigo estaria pensando a respeito do outro?

6. O que garante o tom humorístico ao texto?

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Bom retorno às aulas!

 
Escola é
... o lugar que se faz amigos.


Não se trata só de prédios, salas, quadros,
Programas, horários, conceitos...
Escola é sobretudo, gente
Gente que trabalha, que estuda
Que alegra, se conhece, se estima.
O Diretor é gente,
O coordenador é gente,




O professor é gente,
O aluno é gente,
Cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhor
Na medida em que cada um se comporte
Como colega, amigo, irmão.
Nada de “ilha cercada de gente por todos os lados”
Nada de conviver com as pessoas e depois,




Descobrir que não tem amizade a ninguém.
Nada de ser como tijolo que forma a parede,Indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar,
É também criar laços de amizade,É criar ambiente de camaradagem,
É conviver, é se “amarrar nela”!
Ora é lógico...
Numa escola assim vai ser fácil!Estudar, trabalhar, crescer,
Fazer amigos, educar-se, ser feliz.
É por aqui que podemos começar a melhorar o mundo.

                                                                                                     (Paulo Freire)





             Imagens : https://www.google.com.br/search?q=Imagem+de+escola&espv